IMPLICAÇÕES DO USO INDISCRIMINADO DE ANTI-INFLAMATÓRIOS NÃO ESTEROIDAIS NA POPULAÇÃO IDOSA

UMA REVISÃO INTEGRATIVA

Autores

DOI:

https://doi.org/10.66533/sed.v7i2.100

Palavras-chave:

AINEs, automedicação, enfermagem

Resumo

O envelhecimento populacional tem aumentado significativamente o uso de medicamentos, especialmente dos anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs), amplamente utilizados para o alívio da dor e inflamação. No entanto, o uso indiscriminado desses fármacos entre idosos representa um importante problema de saúde pública, devido à alta incidência de efeitos adversos e interações medicamentosas. Este estudo trata-se de uma revisão integrativa da literatura, realizada nas bases BVS e SciELO, com publicações entre 2010 e 2024, que abordam os riscos associados ao uso de AINEs em idosos. Os resultados evidenciaram que o uso prolongado e sem acompanhamento médico está relacionado ao aumento de complicações gastrointestinais, renais e cardiovasculares, além de ser frequentemente associado à automedicação e à polifarmácia. Conclui-se que é essencial promover o uso racional dos AINEs por meio da educação em saúde, prescrição responsável e monitoramento contínuo, a fim de minimizar os riscos e garantir maior segurança terapêutica à população idosa.

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Publicado

2026-09-27

Edição

Secção

Educação, Saúde e Direitos Humanos